"pode o homem, através da graça, atingir a plenitude do conhecimento, e é bem capaz de pensar nessas realidades; todavia, em Deus mesmo, nenhum ser humano pode pensar. Portanto, eu desejo abandonar tudo o que posso pensar, e escolher para objecto de seu amor exactamente o que não posso pensar. Porque Deus pode muito bem ser amado, mas não pensado".
Anônimo, A nuvem do não-saber, século XIV.

1 comentários:

Andrea disse...

Rodrigo, eu quero ler seu artigo sim!

Você tem algum e-mail para que eu te escreva? Pode enviar o e-mail lá no comentário do meu blog que eu não publico, ok?

Abraço!